quarta-feira, 23 de junho de 2010


Amigo Anjo

Um dia de sol lindo.
Deus criou o homem e a mulher.
Fez neles dois moldes perfeitos para que um dia vivessem e procriassem.
Mas Deus viu que apesar de tanta beleza eles teriam dor e sofrimento.
Então criou ANJOS em forma de pessoas e colocou-as no mundo para que frutificassem também e fossem amparo
e a luz divina.
São chamados de amigos, são fraternos e companheiros, emitem luz que ascende o espírito de todos que o cercam,
são olhos de Deus e a mão amiga de todos nós.
Eu estou falando de?
Você no colo de JESUS!!!
É para você, que evangeliza e que não tem vergonha de levar a palavra de DEUS.
DEUS te abençoe, e tenho certeza que hoje pelo menos três pessoas você vai evangelizar e amanhã nos acompanhar,
no colo de JESUS.
EVANGELIZE!!!!

terça-feira, 22 de junho de 2010

“Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio. Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca.”
(Oswaldo Montenegro)

 

quarta-feira, 16 de junho de 2010

VÁ PROCURAR SUA TURMA !



 
Geralmente, quando alguém está em descordo com nossas idéias, fazendo muito zunido em nossos ouvidos e acrescentando quase nada ao nosso bem-estar, caímos na tentação de despachá-lo com uma frase grosseira: "vá procurar sua turma".
 
O ofendido, na verdade, acaba de receber um sábio conselho. A vida é curta demais para dedicarmos tempo e afeto a quem não nos apóia, não nos incentiva, não nos enxerga. É claro que é saudável conviver com todas as tribos, pois todas têm algo a ensinar, mas aquela meia-dúzia de pessoas que realmente contam, aquelas que elegeremos como uma nova família, essas têm que ter uma alma gêmea, e não estou fazendo aqui propaganda de site de relacionamentos.
 
A família genética não é escolhida. Pai, mãe, irmãos, tios e avós são herdados involuntariamente. Criamos com eles laços profundos e eternos, mas nem sempre o vínculo sangüíneo preenche nossas carências. Mesmo amando nossos progenitores, as visões de mundo tendem a ser antagônicas. Ao descobrir que, mesmo sendo amados, continuamos solitários, é hora de sair em busca da nossa família psíquica.
 
No livro "Mulheres que correm com os lobos", a psicanalista Clarissa Estés analisa esse estigma do patinho feio, aquele que era diferente de todos porque, na verdade, não era um pato, mas um cisne. Muitas vezes sentimos a sensação de estar deslocados, mesmo entre familiares, pois ninguém consegue confortar nossa angústia ou compartilhar os mesmos sonhos. O segredo é sair em busca da nossa turma, procurar outros cisnes, a quem também chamaremos de irmãos.
 
A sociedade classifica os grupos por classe social, cor e religião. Na verdade, devemos buscar nossos pares não entre pretos ou brancos, entre ricos ou pobres, mas entre os que gostam de poesia, ou os que gostam de esportes, ou os que fazem música, os que meditam, os que têm bom humor, os que preferem a natureza. Só então, convivendo tanto com a família genética quanto com a família psíquica, esta com quem nos afinamos espontaneamente, é que teremos a sensação de estar fazendo parte de um todo. Da próxima vez que alguém lhe disser "vá procurar sua turma", sorria e agradeça o toque.
 
Por Martha Medeiros
 
“Uma nuvem não sabe porque se move em tal direção. Sente um impulso... É para este lugar que devo ir agora. Mas o céu sabe os motivos e desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes.”
(Richard Bach)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

COMO SUPERAR UM AMOR QUE SE FOI?

A dor de um amor que morre, seja lenta ou rapidamente, sempre parece nos deixar sem chão, sem rumo, sem forças para levantar de um tombo que nos recusamos a acreditar que levamos! Mas tenho insistido no fato de que é possível renascer, superar, recomeçar e amar novamente...

Por conta disso, muitas pessoas terminam achando que estou insinuando que isso seja fácil! Mas de forma alguma quero dizer isso! Sei o quanto é difícil, o quanto essa dor se torna insuportável em alguns momentos e o quanto nos sentimos frágeis e desarmados para superar tamanha sensação de perda...

Portanto, vou tentar descrever agora de que forma acredito que podemos transcender a dor para renascermos mais fortes, mais maduros, mais inteiros e ainda mais preparados para um novo amor. Creio que o primeiro passo seja querer isso, de verdade!

De nada nos adianta ou ajuda continuarmos tendo atitudes que nos prendam à situação dolorosa, à pessoa que não quer mais estar ao nosso lado, à uma relação que já secou, cuja raiz já foi arrancada... Ou seja, precisamos decidir, internamente, que não queremos mais essa dor! Mesmo que ainda falemos com a pessoa, mesmo que tenhamos de vê-la, precisamos desatar os nós, conscientemente, cortando a ilusão de que algo poderá mudar! Ninguém muda da noite para o dia, ninguém passa a amar ou deixa de amar da noite para o dia!

Da mesma forma que precisamos iniciar um relacionamento aos poucos para que ele cresça e se torne amor, também precisamos fazer isso para acabar com ele. E quando um dos dois vai embora, não quer mais, o outro precisa deixar de alimentar o que sente, para que, enfim, pare de doer!

Mas o que mais quero descrever aqui é como transcender a dor. A dor é como um túnel que surge em nossa estrada, no caminho de nossas vidas. Não há outra alternativa, não há nenhuma outra saída. É por esse túnel que teremos de passar, para chegar ao outro lado... É uma oportunidade que a vida nos dá para que aprendamos algumas coisas muito importantes, para que cresçamos, para que compreendamos algumas questões que, por algum motivo muito pessoal, não estamos conseguindo compreender sem ela...

Pensei numa metáfora que pudesse esclarecer melhor como podemos superar essa dor. E me veio a seguinte: imaginem que tenhamos quebrado uma perna. Dói muito e, em seguida, não conseguimos mais andar... Não há outra saída; temos de ir ao hospital, temos de engessar essa perna e nos manter em repouso, recolhidos e em recuperação por um tempo. Dependendo da gravidade da ruptura, esse tempo é maior ou menor...

Assim também acontece com a dor do amor. No entanto, como estamos sempre tentando evitar esse tipo de dor a qualquer custo, passamos a agir como se ela não existisse, na esperança de que essa decisão nos prive de senti-la. E assim, a única coisa que conseguimos é estendê-la ainda mais, aumentá-la ainda mais, cultivá-la dentro da gente por um tempo muito mais longo, tornando-a mais intensa e mais enraizada à medida que a renegamos e fingimos que ela não existe!

É o seu coração que quebrou! Faça como faria com sua perna quebrada. Assim como o osso vai colar, também o seu coração vai se recuperar! Mas para que isso possa acontecer, você precisa se dar um tempo. Não fugindo, mas entregando-se à dor, entrando em contato com ela, doendo até o fim, porque enquanto você não doer a dor que há para ser doída, ela continuará latejando em sua alma, queimando você por dentro e infectando todo o seu coração... Assim como aconteceria com a sua perna caso você decidisse fingir que ela não está quebrada, se insistisse em andar como se nada tivesse acontecido!

Essa é a única maneira de superar a dor! Doendo, chorando, sofrendo... E você poderia se perguntar: mas até quando?!? O tempo necessário, o suficiente! Você sentirá, você saberá, porque você tem um objetivo: senti-la até o fim, esgotá-la para que possa absorver todo o aprendizado que chega com ela!

E quando você sentir que ela está insuportável, peça ajuda! Chame um amigo, escreva essa dor no papel, tornando-a externa, colocando-a para fora de você, mas de forma consciente, conseguindo colocá-la diante de você e olhar para ela! Faça uma terapia para tentar compreendê-la mais facilmente! Leia um livro que fale sobre sentimentos e o quanto podemos aprender com eles!

Enfim, faça qualquer coisa para aliviar a sensação de insuperabilidade, desde que não seja uma fuga, desde que você não aja como se ela não existisse, porque ninguém dói à toa, sem uma razão que o valha! Desta forma, tenho certeza de que ela acaba. Nada é para sempre quando não queremos que seja! Nem a dor, a menos que optemos por viver ignorando-a.

Talvez ela deixe cicatrizes, lembranças desagradáveis, mais depois de sentida, vivenciada e esgotada, o coração volta a ser fértil, abre espaço para uma nova oportunidade de amar... E assim é a vida: noite e dia, tristeza e alegria, amor e dor, num constante movimento de nascer e morrer, garantindo a reciclagem e a evolução de todos nós...

E repito: não é fácil, nem um pouco fácil! Mas é possível e só depende de nossas escolhas, de nossos objetivos e do quanto conseguimos compreender que a dor faz parte, que ela é uma grande mestra... Sem ela, nos acomodaríamos e nos acostumaríamos com tudo o que é triste, feio e inútil. É a dor que nos impulsiona em busca do amor inteiro, verdadeiro, maior!

por Rosana Braga


“Tão bom quanto morrer de amor e continuar vivendo dele.”



(Mário Quintana)

sábado, 28 de novembro de 2009

FICAR SOZINHO UM TEMPO AJUDA A CRESCER ...



E TER MAIS SORTE NO AMOR ...
 
 
Existem pessoas que são incapazes de permanecer sozinhas: terminado um relacionamento, logo se envolvem com um outro par. Para elas, a vida tem graça apenas a dois.
 
Pode ser !!!
 
Mas é verdade também que saber viver um período sem cara-metade é experiência que enriquece e consolida a individualidade, aumentando as possibilidades de sucesso na próxima relação.  
 
De repente, ficar sem um par não é sinônimo de incurável solidão e insuportável abandono. Nem precisa transformarse em ávida e imediata busca por novo amor. “Maiores abandonados” fazem isso por causa de sentimento subjetivo de orfandade e desespero. A solidão, porém, pode se converter em rica fonte de crescimento, experiência e renovação. Angústias intensas, porém, prejudicam o bom desfrute do estar só. Muitos homens e mulheres de diferentes idades começaram 2007 sozinhos, após terminar relações que não andavam bem. Mas este não é apenas um momento de tristeza, é também um tempo de cultivo, plantio e esperança. Pois o sentimento de solidão não é causado porque não há alguém do lado, mas por se estar mal acompanhado de si próprio. De fato, a única pessoa com quem não podemos deixar de ter uma boa convivência somos nós mesmos! E, quando não se consegue conviver bem consigo, não há santo amor que cure isso.
 
Por exemplo, quando uma relação realmente chega ao fim, é natural que a pessoa fique confusa, até se flagre sentindo saudade do antigo par, menos por amor e mais por carência e dificuldade de ficar sozinha. Outras assombrações rondam a alma, como o medo de nunca mais conseguir alguém. Mas, se houver paciência, verá que isso é causado por ilusória extensão do sentimento de perda e solidão atual. Separar-se de alguém — mesmo dos que não desejamos mais — provoca difícil e lento sentimento de luto. É necessário um tempo de espera — tempo este que, sabendo usá-lo, pode ser salutar e promissor. Tempo de aprender com os equívocos, de refletir sobre o que deu errado, de autoconhecimento, momento sereno e triste de despedida interna do “ex”, ou da “ex”, o adeus silencioso e subjetivo que, com sorte, será constituído mais de gratidão do que de mágoa.
 
Melhor assim do que continuar algo que não tinha mais sentido, com quem não se amava mais, ou por quem não se era mais amado, ou amada. É melhor ficar um período em “férias” do amor do que logo partir para outras relações apenas porque não se está mais acostumado a ficar só.
 
A vida, afinal, não é uma performance de sucesso o tempo todo. Sofremos revezes e essa é a hora de enfrentá-los com a cabeça no lugar de quem se sabe imperfeito, finito e mortal. Não importa se por acaso a ex-cara-metade, num rompante de fraqueza, artimanha ou vingança, rapidamente passou a desfilar na companhia de outro, ou de outra, numa espécie de jogo arrogante e exibicionista para deleite da platéia. Quem sai de um par e consegue ficar sozinho por um tempo, por ainda não ter ninguém significativo, expressa integridade, caráter e firmeza. É importante nos protegermos do espírito descartável da cultura atual, da obrigação de ser “feliz”, das ilusões mágicas transmitidas pela mídia.
 
Mas há uma diferença entre a solidão criativa e o isolamento melancólico; o luto sadio e o patológico. Ao se ficar só, a hora é de voltar-se para si, para os parentes e amigos, para os próprios interesses e hobbies, não raro vítimas de certo descuido em prol da vida a dois. Quando uma relação termina, ou se outra demora a acontecer, tem-se a chance de um retorno às próprias fontes, um renovado contato com a liberdade e também — por que não? — com a condição solitária da espécie humana. Não no sentido de uma sombria e interminável viagem pelos labirintos sem saída do ser; ou pelas depressões infindáveis e outras experiências igualmente pouco saudáveis. Isso só desvirtua o instante deste pit stop para reabastecimento existencial e retorno posterior às pistas e à corrida da vida. Novos amores estarão à espreita. Caso contrário, o luto pela perda de uma recente relação ou o lamento por uma solidão estão sendo transfigurados por uma parte pouco sadia da personalidade que precisa não tanto de um par, mas, antes, de um psicanalista.
 
por Paulo Sternick*
 
“Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia.”
(Nietzche)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Me desejem Boa Sorte!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Recomeçar

Recomeçar. Uma palavra que inspira medo e esperança ao mesmo tempo, num sentimento ambíguo tão típico do ser humano.

Recomeçar significa estar exposto aos mesmos erros e perigos já vividos, poder ser enganado novamente, sofrer decepções e todos os riscos que implicam o fazer um novo trajeto. Se a perspectiva for só por esse ângulo, realmente é de se temer o recomeçar.

Ocorre que o medo turva os olhos, restringe horizontes, esconde as oportunidades. Recomeçar é dar uma nova chance à vida, chance de fazer melhor, corrigir erros, aprender, evoluir. Recomeçar é ter uma – ou várias – páginas em branco, esperando que nela escrevamos uma nova história, aquela em que somos os autores e podemos criar cenários e enredos.

Recomeçar como recomeçam as árvores toda primavera, vestindo de verdes os galhos queimados pelo frio o inverno. Recomeçar.

É preciso coragem, força e uma dose de imprudência. Sim, essa imprudência que fazia Santos-Dumont arriscar-se pelos céus, que fez Vasco da Gama atirar-se por mares “nunca dantes navegados”. Imprudência dos amantes que se esquecem do mundo e das convenções em nome do sentimento.

Andar por novos caminhos, conhecer outras gentes, ver novos lugares. “A beleza das coisas e das gentes não está nelas, mas nos olhos de quem vê”, repete Lobato insistentemente ao meu ouvido. E repete ainda a frase que sempre dizia ao Rangel: “A coisa que menos me mete medo é o futuro”. Grande Lobato, você tem razão.

Renascer. Reviver. Reinventar.

Recomeçar.

O caminho está nos esperando.





Achei essas lindas palavras neste blog                        

http://boa-semana.blogspot.com/2007/10/recomear.html